Motociclista, irmão de moto grupo, um Sahara Maníaco alegre, inteligente, simpático...
Professor universitário, engenheiro, casado, esposa grávida de 5 meses de uma criança que nunca poderá brincar com seu pai...Com seu alegre pai...
Branco era o nome dele... Era, pois um assalto estúpido e brutal o tirou de nosso convívio... Levou do seio de sua família, de todas as famílias que adotaram de alguma forma o Branco. Ele por onde ia era querido, adimirado. Uma grande figura!
Nossa sociedade nãopoupa ninguém...É cruel com todos, mesmo com aqueles que só faziam brincar a alegrar os momentos dos demais.
àquele que vai... Meu desejo de uma viagem tranquila e cheia de luz e paz... àqueles que ficam, um abraço fraterno, cheio de vontade de estancar um pouco dessa dor terrível que se abate sobre todos nós... Que sejamos confiantes em Deus e tenhamos a calma e a resignação... Que tornemos esta dura realidade em mais uma lição de vida.
Branco sua morte não se fará em vão!
Um grand eabraço meu amigo! Vai em paz e ore por todos nós que ainda estamos aqui!
Pessoal, é amanhã! E por acreditar que amanhã será um pouco corrido, já vou deixar meu "até logo" hoje mesmo.
Amanhã me interno no hospital Central Towers, ao lado da Beneficência Portuguesa, as 17H e minha cirurgia está marcada para começar as 19H. Como deverá durar umas 7 ou 8 horas, deverá acabar somente de madrugada.
Devo ficar uns 4 dias no hospital e depois termino minha recuperação em casa.
Acredito que o próximo final de semana eu já esteja em casa. Se Deus quiser.
As coisas não são tão fáceis como a gente gostaria né??
Digo isso por que na semana que vem vou ter que fazer uma nova cirurgia no meu estômago. Passei por uma cirurgia de redução de estômago há 3 anos (eu era um obeso mórbido, acreditem!!) e agora meu estômago resolveu dar problemas.
Quando da primeira cirurgia a equipe médica separou meu estômago em duas partes, sendo um estomago pequenino (coto estomacal) e a outra parte maior (estômago excluso) que deveria ficar atrofiada e não me encher mais o saco... Mas, nem tudo é como a gente quer! Meu estÔmago excluso se uniu novamente com meu coto estomacal e ainda por cima deteriorou o tecido que constitui o estômago...
Diante desse ocorrido, só me resta uma alternativa (já consultei diversos médicos...) A reoperação. Ou seja, uma nova cirurgia para verificar o que dá para ser aproveitado do meu estômago antigo, o excluso, para reconstituir um novo coto estomacal, já que o que tenho hoje está esgarçado e pode se romper a qualquer momento.
Assim, tenho já a uns dois meses passado por exames e consultas médicas para me preparar para uma nova cirurgia, a qual deverá acontecer nos próximos dias 5 ou 6 de novembro... (daqui a uma semana). A cirurgia deverá demorar umas 7 ou 8 horas... Torçam por mim... Terei que ficar de molho por uns 20 dias e sem pilotar minha moto por uns 60 dias...
Quando operei tive uma fístula que durou 7 meses para se fechar e por este período tive qeu me alimentar por uma sonda. Foi um trauma familiar... Toda a familia se sentia constrangida de comer na minha frente, ams era a vida. Quando enfim a fístula se fechou e voltei a comer foi uma festa na familia toda. Emagreci bastante e estava pesando 70 kg. De uns 3 meses apra cá comecei um processo inverso de engorda e comecei a ter dores terriveis de estômago. Procurei o médico e pasmem! Descobri que perdi minha cirurgia!
Minha fístula se reabriu unindo novamente os dois estômagos (coto e excluso) e agora estou novamente com o estômago grande, e num processo de engorda, mesmo comendo pouco devido ao anel. O estômago excluso se uniu ao coto acima do anel e abriu uma nova passagem.
Resumo da ópera... Meu tormento voltou, estou reengordando de novo, mesmo me controlando nos alimentos... Como super pouco, mas como o alimento voltou a fazer o caminho normal, só tenho ganhado peso!
O Pior que o médico não me deu muita esperança. Disse que somente por uma nova cirigia eu poderia resolver isso e que plano de saúde nenhum vai aprovar esta nova cirurgia! E médico algum vai querer mexer num local que já fôra mexido antes sem a real necessidade de ser fazê-lo! E eles não consideram a minha reengorda uma real necessidade!
Estou me sentindo péssimo, como se minha vida estivesse desmoronando. Não sei o que fazer... Pois sei tudo por que passei... E perder tudo assim... é muito triste...
"Na sociedade atual da informação, a hegemonia econômica e social é exercida não mais pelos proprietários dos meios de produção, e sim por aqueles que administram o conhecimento e podem planejar a inovação”.
Professora Kira Tarapanoff, da universidade de Brasília
Um famoso senhor com poder de decisão, gritou com um diretor da sua empresa, porque estava com ódio naquele momento.
O diretor, chegando em casa, gritou com sua esposa, acusando-a de que estava gastando demais, porque havia um bom e farto almoço à mesa.
Sua esposa gritou com a empregada que quebrou um prato.
A empregada chutou o cachorrinho no qual tropeçara.
O cachorrinho saiu correndo, e mordeu uma senhora que ia passando pela rua, porque estava atrapalhando sua saída pelo portão.
Essa senhora foi à farmácia para tomar vacina e fazer um curativo, e gritou com o farmacêutico, porque a vacina doeu ao ser-lhe aplicada.
O farmacêutico, chegando à casa, gritou com sua mãe, porque o jantar não estava do seu agrado.
Sua mãe, tolerante, um manancial de amor e perdão, afagou-lhe seus cabelos e beijou-o na testa, dizendo-lhe: -"Filho querido, prometo-lhe que amanhã farei os seus doces favoritos. Você trabalha muito, está cansado e precisa de uma boa noite de sono. Vou trocar os lençóis da sua cama por outros bem limpinhos e cheirosos para que você descanse em paz. Amanhã você vai sentir-se melhor." E abençoou-o, retirando-se e deixando-o sozinho com os seus pensamentos.
Naquele momento, rompeu-se o círculo do ódio, porque esbarrou-se com a tolerância a doçura, o perdão e o amor.
Faça você o mesmo. Será que você é capaz? Somente com postuiras desse tipo, tidas por muitos como piegas, é que conseguiremos virar o timão deste mundo em direção a algo melhor! A paz se faz com muito trabalho e muito sacrifício... De todos, e não somente de alguns!
Não, por favor, nem tente me disponibilizar alguma coisa, que eu não quero. Não aceito nada que pessoas, empresas ou organizações me disponibilizem. É uma questão de princípios. Se você me oferecer, me der, me vender, me emprestar, talvez eu venha a topar. Até mesmo se você tornar disponível, quem sabe, eu aceite. Mas, se você insistir em disponibilizar, nada feito.
Caso você esteja contando comigo para operacionalizar algo, vou dizendo desde de já: pode ir tirando seu cavalinho da chuva. Eu não operacionalizo nada para ninguém e nem compactuo com quem operacionalize. Se você quiser, eu monto, eu realizo, eu aplico, eu ponho em operação. Se você pedir com jeitinho, eu até implemento, mas operacionalizar , jamais.
O quê? Você quer que eu agilize isso para você? Lamento, mas eu não sei agilizar nada. Nunca agilizei. Está lá no meu currículo: faço tudo, menos agilizar. Precisando, eu apresso, eu priorizo, eu ponho na frente, eu dou um gás. Mas agilizar, desculpe, não posso, acho que matei essa aula.
Outro dia mesmo queriam reinicializar meu computador. Só por cima do meu cadáver virtual. Prefiro comprar um computador novo a reinicializar o antigo. Até porque eu desconfio que o problema não seja assim tão grave. Em vez de reinicializar, talvez seja o caso de simplesmente reiniciar, e pronto.
Por falar nisso, é bom que você saiba que eu parei de utilizar. Assim, sem mais nem menos. Eu sei, é uma atitude um tanto radical da minha parte, mas eu não utilizo mais nada. Tenho consciência de que a cada dia que passa mais e mais pessoas estão utilizando, mas eu parei. Não utilizo mais. Agora só uso. E recomendo. Se você soubesse como é mais elegante, também deixaria de utilizar e passaria a usar.
Sim, estou me associando à campanha nacional contra os verbos que acabam em "ilizar".
Se nada for feito, daqui a pouco eles serão mais numerosos do que os terminados simplesmente em "ar".
Todos os dias, os maus tradutores de livros de marketing e administração disponibilizam mais e mais termos infelizes, que imediatamente são operacionalizados pela mídia, reinicializando palavras que já existiam e eram perfeitamente claras e eufônicas.
A doença está tão disseminada que muitos verbos honestos, com currículo de ótimos serviços prestados, estão a ponto de cair em desgraça entre pessoas de ouvidos sensíveis.
Depois que você fica alérgico a disponibilizar, como vai admitir, digamos, "viabilizar"?
É triste demorar tanto tempo para a gente se dar conta de que " desincompatibilizar" sempre foi um palavrão.
Precisamos reparabilizar nessas palavras que o pessoal inventabiliza só para complicabilizar.
Caso contrário, daqui a pouco nossos filhos vão pensabilizar que o certo é ficar se expressabilizando dessa maneira.
Já posso até ouvir as reclamações: "Você não vai me impedibilizar de falabilizar do jeito que eu bem quilibiliser".
Saí de São Paulo, de moto é claro!, e fui até a toca do Rá em Jundiaí, para, a princípio, apenas instalar o meu supoorte de alforge que estaria pronto. Chegando lá, surpresa... Num tava pronto e tivemos que aprontá-lo. Mas aí começaram os problemas... Não sabemos ao certo o por quê mas o certo é uqe o suporte num funcionava de jeito nenhum... mexe daqui, entorta dali e nada!
O Rá acabou tendo que cortaruma peça fora, faze-la de novo e mesmo assim ainda ficou meia boca! Era pra eu sair da casa dele às 15H mas acabamos, eu e o Cleber, saindo somente às 17H. Fomos pra Porte Feliz buscar o cofre-pedaleira e o cavalete. O Paulinho é alma tão boa que acabou ainda arrumando meu suporte e dando um jeito nele! Mas... O cavalete não deu certo pois estava feito com as medidas da moto sem o cofre-pedaleira... Quando colocou o cofre... Danou-se! Não tinha jeito de encaixar na moto.
Acabei ficando sem o cavalete! mas tudo bem... Nem esquento. A viagem de volta foi um sufoco danado! Pegamos um temporal na estrada, a noite, cheia de caminhões e ônibus... Mas no final deu tudo certo... Chegamos inteiros, cansados, mas inteiros em São Paulo!
Fotos não tem...Não levei máquina fotográfica! Ua pena pois a viagem rendeu paisagens bem bonitas!
Fopi um total de 260 km rodados e um retorno feliz aos nossos lares!